domingo, 25 de setembro de 2016

Espelho, espelho da parede

Contos de fadas, é sempre muito fácil de se imaginar que todas aquelas historias nunca existiram, nunca vêem um pensamento e se aquilo for verdade, uma coisa que deve acontecer na imaginação da criança é imaginar que aquilo, aconteceu de verdade em algum lugar, uma coisa que não se passa na cabeça de um adulto.
Estava para descobrir que uma historia que eu ouvia quando criança, não era um conto de fadas, mas sim uma coisa que realmente aconteceu, lógico que algumas mudanças, porque as histórias são contadas para as crianças, então colocam um pouco de fantasia nela.
Eu sou um detetive da policia federal do Brasil, meu nome é Carlos Edu, eu tenho meus quarenta anos, meu cabelos curtos e pretos, uma barba por fazer, trabalho na policia á muito tempo já vi cada tipo de merda, mas nada que eu possa dizer que era sobrenatural.
Você deve estar se perguntando qual é o conto de fadas que eu estou falando, e quais sãos os detalhes verdadeiros e quais são os falços da história, só digo uma coisa tenha calma que eu já vou te contar.
Apesar disso não ser um conto de fadas irei dizer "Era uma vez".
Eu estava indo ver mais uma cena de crime, cheguei na cena os policiais estavam fazendo o seu trabalho imperdindo as pessoas de entrarem na cena do crime, estava entrando mostrando meu distintivo, quando entrei na casa eu vi um homem com um buraco na cabeça, causado por uma arma, vi o revolver no chão, vi um guarda se apróximando.
- Me diga quem foi o policial que chegou aqui primeiro - Disse para o policial.
- Esse foi eu.
- Soube que vocês prenderam a esposa, certo?
- correto.
- Onde ela estava, e o que ela estava fazendo?
- Ela estava sentada no chão dizendo, "Porque você me fez fazer isso".
- Você viu, mais alguém?
- Não senhor, e ninguém viu outra pessoa na casa.
- Você viu se ela estava com um telefone?
- Não, não estava segurando nada com exerção da arma.
- Me mostre onde ela estava.
- Certo, por aqui.
Ele estava me levando para um lugar, e lá eu vi o espelho, tinha moldura velha, já estava acinzentada, eu não sábia o porque mas
o espelho me dava calá frios.
- Aqui - Ele apontou para o lugar.
Eu fui me sentar no chão, onde ele disse.
- O que você está fazendo? - Disse o policial.
- Eu estou querendo ver o que ela estava vendo, não se preocupe eu trouxe as minhas luvas de borracha, para não contarminar a cena do crime.
Quando estava sentado, via a parede, mas também estava vendo o espelho, ficava pensando será que ela estava falando para si mesma, por isso estava em frente ao espelho.
- Eu vou verificar, se tem registro de doença mental na família dela.
Eu verifiquei o histórico da familía dela, não conseguir encontrar nenhum registro de doênça mental, isso ficava na minha cabeça a vida dela era normal, não tinha demonstrado nenhum problema com o marido, não foi para médicos nem nada.
Fui falar com ela, estava na sala de interratório, tinha uma mesa de e duas cadeiras de metal, e um espelho duplo ela estava sentada
em uma cadeira, cheguei na sala, ela não estava olhando para min.
- Ola senhora Maria sats - Falei isso com uma voz tranquila.
Ela olha para min, muito confusa.
- Você sabe onde esta? - Perguntei para ela.
- Sim.
- Onde você está?
- Estou na delagacia.
- Você sabe o por que?
- Porque eu matei o meu marido.
- Por que você fez isso?
- Porque ele me enganou.
- O que foi que o seu marido fez?
- Você esta enganado, não foi o meu marido que me enganou.
- Então quem foi?
- Ele.
- Quem é ele?
- Espelho, espelho meu...espelho, espelho meu...
Ela ficava repertindo isso sem parar.
- Senhora...Senhora.
Sair da sala assustado, aquelas palavras não saiam da minha cabeça, 5 meses se passaram houve um outro assasinato que também ocorreu do nada, notei que o mesmo espelho da casa da senhora Maria Sats, 1 ano se passou, e houve mais 6 assasinatos e em toda elas na casa tinha o espelho da Maria, na ultima vez eu risquei a parte de baixo de espelho, na parte de trás do espelho.
Isso não saia da minha cabeça como um espelho, pode causar mal as pessoas, um objeto inanimado, e o que ele fazia para pirar as cabeças pessoas, e o mais importante por que aquelas palavras deixava as pessoas loucas"espelho, espelho meu".
Como toda criança sabe que essa frase é da história da branca de neve, que pertencia a madrasta da Branca de neve, mas o que essa história de contos de fadas, tem haver com tudo.
Houve um outro assasinato, e lá estava o espelho, verifiquei se o arranhão, que eu fiz, e lá estava arranhão, para min não tinha tinha mais dúvidas o espelho, estava causando tudo isso.
Tinha uma vontade enorme de tirar o espelho dali, mas não sábia como fazer, como eu iria explicar para as pessoas, do porque eu estaria roubando o espelho da casa.
Não saia da minha cabeça, se não tirar-se o espelho da casa, iria acontecer um outro assasinato se eu não tirar-se ele da casa, não
podia deixar que isso aconter-se, então tive que fazer. Peguei o espelho e fui correndo para o carro, se alguém me viu deve ter visto algo estranho, alguém pegando o espelho apressardo minha vontade de destruir o espelho, era de destruir agora.
Mas queria saber como ele fazia aqule mal todo, levei o espelho na minha casa, deixei encostado na cadeira, peguei uma cadeira e fiquei olhando o espelho, estava olhando fixamente.
Nos primeiros 5 minutos eu estava me sentindo, completamente estúpido, ficava olhando e nada acontecia.
- Vamos, faça alguma coisa.
Estava cançado fui pegar um copo de água, dai eu esculto.
- Faça para min uma pergunta - Uma voz que vinha do espelho
Olhei para o espelho completamente assustado, estava andando devagar em direção a ele, fique estático na frente dele, fiquei olhando se o meu reflexo se mexia de maneira estranha.
- Faça para min uma pergunta - disse o espelho.
Não queria falar nada, mas a tentação para fazer a pergunta estava muito forte, estava querendo resistir, principalmente porque sábia o que aconteceu com as pessoas que tinha ele.
- O que é você?
- Não você tem que dizer antes "espelho...
- Deixe-me adivinhar, "espelho, espelho meu"
- Correto e depois faça a pergunta.
- E porque eu deveria fazer isso?
- Diga as palavras antes.
Não falei mais com o espelho, eu sei como as outras pessoas ficaram, o que ele pode responder, que seja muito perturbador para mente humana entender.
2 meses fiquei resistindo, que tipo de respostas ele diz, este pensamento não parava de vim na minha cabeça, queria tanto saber
que um dia eu simplesmente não resistir.
Fiquei bem na frente do Espelho.
- Espelho, espelho meu que verdades você revela.
- Qual quer verdade que você queira saber?
- Qualquer?
Fiquei olhando ao meu redor, para ver se algo estava se mexendo, ou algo que não deveria existir no lugar, tirando o espelho falante
pelo visto nada parecia ter mudado no lugar.
- Algo devia ter acontecido.
Fiquei surpreso de nada ter acontecido, mas fiquei pensando melhor, será que eles faziam isto por muito tempo, que só uma pergunta não iria resultar em nada, eu estava esperando tudo acontecer, fiquei despontado.
- Só isso - Falei com um desapontamento no ar.
Um outro pensamento veio em mente, será que eu estou ficando maluco, pensando bem estou ouvindo o espelho falar, poderia fazer uma outra pergunta ao espelho, mas não queria abusar da sorte, então fiquei olhando o espelho calado.
- Tem alguma outra pergunta? - Perguntou o espelho.
Fico com um pensamento que é melhor ficar calado e não falar nada com o espelho, se não eu posso acabar como as outras vítimas.2 meses se passaram, Fiquei resistinto a tentação de falar com o espelho mais uma vez.
Houve um outro assasinato, e desta vez o espelho não estava lá, fiquei vendo a cena do crime, tinha uma pessoa morta no chão, ele estava com o braços abertos, isso deve ter algum significado para o assasino, porque a vítima não morreu daquele jeito, depois soube que o nome da vítima era Jõao Taus.
Fui dar uma olhada na casa para ver se eu encontro a arma do crime, estava procurando por todo canto, nada era encontrado, um tempo se passou e a balística falou que a arma do crime foi um revolver.
A primeira coisa que fiz foi verificar se tiha alguma compra dessa arma, queria ver se a arma era dele, mas não estava encontrando nada, depois eu fui verificar o trabalho dele, ele era um advogado, fiquei procurando saber se alguém tinha algum resentimento contra ele, disseram que "ninguém tinha problema com ele".
Perguntei para os amigos dele, se sabiam de alguém que tinha alguma raiva dele, um inimigo ou alguma coisa parecida, por mais que eu procurar-se a resposta era sempre a mesma"não".
Já estava começando a ficar frustrado que eu não estava encontrando este assasino, Tinha visto na cena do crime, que a porta não estava arrombada, provavelmente o João conhecia o asssino, a única coisa que sábia sobre é que matou a pessoa e que deixou a vítima em forma de cruz, estava fazendo de tudo para ver se encontrava um suspeito, e o resultado sempre era o mesmo, nada.
Isso já estava me deixando frustrado, quando estava na minha casa, fiquei olhando o espelho, por motivos de segurança tinha cobrido ele, tirei o cobertor, ele não havia mais falado comigo nesse tempo todo, ficava com um pensamente na minha cabeça de que isso era uma má ideia, mas em tempo de desespero tudo vale,Fiquei bem na frente do espelho.
- Espelho, espelho meu diga-me quem foi o assasino de João taus - Disse isso para o espelho.
O Espelho mostrou a imagem de um dos amigos de João Taus, o nome desse amigo é Diego Tousen.
- Espelho, espelho meu eu quero que você me mostre as provas.
Hávia me mostrado onde estava a arma do crime, Então sem pensar duas vezes fui na casa do Davi Tousen, inventei alguma desculpa para entrar, ele acreditou no que falei, entrei na casa dele, procurei a arma do crime, tinha visto a arma, ela estava exatamente onde o espelho me mostrou, escondida na gaveta do ármario dele.
- Finalmente - Falei para min mesmo isso, fiquei de frente com o Davi- Você está preso - falei isso com ele.
- O que? - Disse o Davi surpreso.
- Você estar preso pelo assasinato de joão taus.















































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