domingo, 25 de setembro de 2016

Espelho, espelho da parede

Contos de fadas, é sempre muito fácil de se imaginar que todas aquelas historias nunca existiram, nunca vêem um pensamento e se aquilo for verdade, uma coisa que deve acontecer na imaginação da criança é imaginar que aquilo, aconteceu de verdade em algum lugar, uma coisa que não se passa na cabeça de um adulto.
Estava para descobrir que uma historia que eu ouvia quando criança, não era um conto de fadas, mas sim uma coisa que realmente aconteceu, lógico que algumas mudanças, porque as histórias são contadas para as crianças, então colocam um pouco de fantasia nela.
Eu sou um detetive da policia federal do Brasil, meu nome é Carlos Edu, eu tenho meus quarenta anos, meu cabelos curtos e pretos, uma barba por fazer, trabalho na policia á muito tempo já vi cada tipo de merda, mas nada que eu possa dizer que era sobrenatural.
Você deve estar se perguntando qual é o conto de fadas que eu estou falando, e quais sãos os detalhes verdadeiros e quais são os falços da história, só digo uma coisa tenha calma que eu já vou te contar.
Apesar disso não ser um conto de fadas irei dizer "Era uma vez".
Eu estava indo ver mais uma cena de crime, cheguei na cena os policiais estavam fazendo o seu trabalho imperdindo as pessoas de entrarem na cena do crime, estava entrando mostrando meu distintivo, quando entrei na casa eu vi um homem com um buraco na cabeça, causado por uma arma, vi o revolver no chão, vi um guarda se apróximando.
- Me diga quem foi o policial que chegou aqui primeiro - Disse para o policial.
- Esse foi eu.
- Soube que vocês prenderam a esposa, certo?
- correto.
- Onde ela estava, e o que ela estava fazendo?
- Ela estava sentada no chão dizendo, "Porque você me fez fazer isso".
- Você viu, mais alguém?
- Não senhor, e ninguém viu outra pessoa na casa.
- Você viu se ela estava com um telefone?
- Não, não estava segurando nada com exerção da arma.
- Me mostre onde ela estava.
- Certo, por aqui.
Ele estava me levando para um lugar, e lá eu vi o espelho, tinha moldura velha, já estava acinzentada, eu não sábia o porque mas
o espelho me dava calá frios.
- Aqui - Ele apontou para o lugar.
Eu fui me sentar no chão, onde ele disse.
- O que você está fazendo? - Disse o policial.
- Eu estou querendo ver o que ela estava vendo, não se preocupe eu trouxe as minhas luvas de borracha, para não contarminar a cena do crime.
Quando estava sentado, via a parede, mas também estava vendo o espelho, ficava pensando será que ela estava falando para si mesma, por isso estava em frente ao espelho.
- Eu vou verificar, se tem registro de doença mental na família dela.
Eu verifiquei o histórico da familía dela, não conseguir encontrar nenhum registro de doênça mental, isso ficava na minha cabeça a vida dela era normal, não tinha demonstrado nenhum problema com o marido, não foi para médicos nem nada.
Fui falar com ela, estava na sala de interratório, tinha uma mesa de e duas cadeiras de metal, e um espelho duplo ela estava sentada
em uma cadeira, cheguei na sala, ela não estava olhando para min.
- Ola senhora Maria sats - Falei isso com uma voz tranquila.
Ela olha para min, muito confusa.
- Você sabe onde esta? - Perguntei para ela.
- Sim.
- Onde você está?
- Estou na delagacia.
- Você sabe o por que?
- Porque eu matei o meu marido.
- Por que você fez isso?
- Porque ele me enganou.
- O que foi que o seu marido fez?
- Você esta enganado, não foi o meu marido que me enganou.
- Então quem foi?
- Ele.
- Quem é ele?
- Espelho, espelho meu...espelho, espelho meu...
Ela ficava repertindo isso sem parar.
- Senhora...Senhora.
Sair da sala assustado, aquelas palavras não saiam da minha cabeça, 5 meses se passaram houve um outro assasinato que também ocorreu do nada, notei que o mesmo espelho da casa da senhora Maria Sats, 1 ano se passou, e houve mais 6 assasinatos e em toda elas na casa tinha o espelho da Maria, na ultima vez eu risquei a parte de baixo de espelho, na parte de trás do espelho.
Isso não saia da minha cabeça como um espelho, pode causar mal as pessoas, um objeto inanimado, e o que ele fazia para pirar as cabeças pessoas, e o mais importante por que aquelas palavras deixava as pessoas loucas"espelho, espelho meu".
Como toda criança sabe que essa frase é da história da branca de neve, que pertencia a madrasta da Branca de neve, mas o que essa história de contos de fadas, tem haver com tudo.
Houve um outro assasinato, e lá estava o espelho, verifiquei se o arranhão, que eu fiz, e lá estava arranhão, para min não tinha tinha mais dúvidas o espelho, estava causando tudo isso.
Tinha uma vontade enorme de tirar o espelho dali, mas não sábia como fazer, como eu iria explicar para as pessoas, do porque eu estaria roubando o espelho da casa.
Não saia da minha cabeça, se não tirar-se o espelho da casa, iria acontecer um outro assasinato se eu não tirar-se ele da casa, não
podia deixar que isso aconter-se, então tive que fazer. Peguei o espelho e fui correndo para o carro, se alguém me viu deve ter visto algo estranho, alguém pegando o espelho apressardo minha vontade de destruir o espelho, era de destruir agora.
Mas queria saber como ele fazia aqule mal todo, levei o espelho na minha casa, deixei encostado na cadeira, peguei uma cadeira e fiquei olhando o espelho, estava olhando fixamente.
Nos primeiros 5 minutos eu estava me sentindo, completamente estúpido, ficava olhando e nada acontecia.
- Vamos, faça alguma coisa.
Estava cançado fui pegar um copo de água, dai eu esculto.
- Faça para min uma pergunta - Uma voz que vinha do espelho
Olhei para o espelho completamente assustado, estava andando devagar em direção a ele, fique estático na frente dele, fiquei olhando se o meu reflexo se mexia de maneira estranha.
- Faça para min uma pergunta - disse o espelho.
Não queria falar nada, mas a tentação para fazer a pergunta estava muito forte, estava querendo resistir, principalmente porque sábia o que aconteceu com as pessoas que tinha ele.
- O que é você?
- Não você tem que dizer antes "espelho...
- Deixe-me adivinhar, "espelho, espelho meu"
- Correto e depois faça a pergunta.
- E porque eu deveria fazer isso?
- Diga as palavras antes.
Não falei mais com o espelho, eu sei como as outras pessoas ficaram, o que ele pode responder, que seja muito perturbador para mente humana entender.
2 meses fiquei resistindo, que tipo de respostas ele diz, este pensamento não parava de vim na minha cabeça, queria tanto saber
que um dia eu simplesmente não resistir.
Fiquei bem na frente do Espelho.
- Espelho, espelho meu que verdades você revela.
- Qual quer verdade que você queira saber?
- Qualquer?
Fiquei olhando ao meu redor, para ver se algo estava se mexendo, ou algo que não deveria existir no lugar, tirando o espelho falante
pelo visto nada parecia ter mudado no lugar.
- Algo devia ter acontecido.
Fiquei surpreso de nada ter acontecido, mas fiquei pensando melhor, será que eles faziam isto por muito tempo, que só uma pergunta não iria resultar em nada, eu estava esperando tudo acontecer, fiquei despontado.
- Só isso - Falei com um desapontamento no ar.
Um outro pensamento veio em mente, será que eu estou ficando maluco, pensando bem estou ouvindo o espelho falar, poderia fazer uma outra pergunta ao espelho, mas não queria abusar da sorte, então fiquei olhando o espelho calado.
- Tem alguma outra pergunta? - Perguntou o espelho.
Fico com um pensamento que é melhor ficar calado e não falar nada com o espelho, se não eu posso acabar como as outras vítimas.2 meses se passaram, Fiquei resistinto a tentação de falar com o espelho mais uma vez.
Houve um outro assasinato, e desta vez o espelho não estava lá, fiquei vendo a cena do crime, tinha uma pessoa morta no chão, ele estava com o braços abertos, isso deve ter algum significado para o assasino, porque a vítima não morreu daquele jeito, depois soube que o nome da vítima era Jõao Taus.
Fui dar uma olhada na casa para ver se eu encontro a arma do crime, estava procurando por todo canto, nada era encontrado, um tempo se passou e a balística falou que a arma do crime foi um revolver.
A primeira coisa que fiz foi verificar se tiha alguma compra dessa arma, queria ver se a arma era dele, mas não estava encontrando nada, depois eu fui verificar o trabalho dele, ele era um advogado, fiquei procurando saber se alguém tinha algum resentimento contra ele, disseram que "ninguém tinha problema com ele".
Perguntei para os amigos dele, se sabiam de alguém que tinha alguma raiva dele, um inimigo ou alguma coisa parecida, por mais que eu procurar-se a resposta era sempre a mesma"não".
Já estava começando a ficar frustrado que eu não estava encontrando este assasino, Tinha visto na cena do crime, que a porta não estava arrombada, provavelmente o João conhecia o asssino, a única coisa que sábia sobre é que matou a pessoa e que deixou a vítima em forma de cruz, estava fazendo de tudo para ver se encontrava um suspeito, e o resultado sempre era o mesmo, nada.
Isso já estava me deixando frustrado, quando estava na minha casa, fiquei olhando o espelho, por motivos de segurança tinha cobrido ele, tirei o cobertor, ele não havia mais falado comigo nesse tempo todo, ficava com um pensamente na minha cabeça de que isso era uma má ideia, mas em tempo de desespero tudo vale,Fiquei bem na frente do espelho.
- Espelho, espelho meu diga-me quem foi o assasino de João taus - Disse isso para o espelho.
O Espelho mostrou a imagem de um dos amigos de João Taus, o nome desse amigo é Diego Tousen.
- Espelho, espelho meu eu quero que você me mostre as provas.
Hávia me mostrado onde estava a arma do crime, Então sem pensar duas vezes fui na casa do Davi Tousen, inventei alguma desculpa para entrar, ele acreditou no que falei, entrei na casa dele, procurei a arma do crime, tinha visto a arma, ela estava exatamente onde o espelho me mostrou, escondida na gaveta do ármario dele.
- Finalmente - Falei para min mesmo isso, fiquei de frente com o Davi- Você está preso - falei isso com ele.
- O que? - Disse o Davi surpreso.
- Você estar preso pelo assasinato de joão taus.















































sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Não olhe para trás parte:06

Os dois ficaram parado surpresos, "você já sobreviveu a criatura?" diz a Ana, "sim, eu já sobrevivi, eu e minha amiga, ele não estava atrás dela, eu perdi que ela me trancar-se em um freezer, mas antes nós pegamos medicamentos médicos para a ressurreição, pois é eu me tranquei no freezer, fiquei lar até eu literalmente morrer de frio, quando eu morri, essa minha amiga me trouxe de volta, dai nunca mais essa criatura veio atrás de min" disse o faxineiro.

Ana fica surpresa" você esta me dizendo que a unica forma de escapar dele é morrendo?" disse Ana, "infelizmente sim, mas você tem que saber como morrer, para que possa ter um jeito para te reviver" diz o faxineiro, "mas como?" disse o Ana, "eu escrevi um livro para a ajudar as pessoas a entenderem a situação, normalmente isso acontece na fase da escola, então eu sempre tive em mente que poderia encontrar um dos escolhidos aqui" diz o faxineiro, ele tira 4 injeção duas com listras vermelhas.

Eles dois estavam de joelhos em um corredor, "se lembre o com a listras vermelhar é para matar" diz Ana, "queria que tiver-se outro jeito" diz o Alan, "mas infelizmente não tem" diz Ana, ela se deita, "estou pronta" diz ela, ele injeta a injeção com a lista vermelha, ela tem um choque, e morre, ele espera pouco tempo, e injeta a injeção normal, fez com que ela voltar-se ao normal, "deu certo?" diz Ana, "não sei" diz Alan, ela olha para trás e nada acontece, "deu certo" diz o Alan.

Ela ver a parede sendo arranhada, e algumas partes da parede sendo explodida, "ele esta indo atrás de você" diz a Ana, ele se deita,"vamos não termos muito tempo" diz o Alan, ele se deita, "boa sorte" diz a Ana, ela injeta a injeção com a listra vermelha, ele tem um choque, se debate um pouco de morre, quando ela vai injeta a outra injeção, a sombra bate na injeção, ela pula em direção a injeção, pega ela e vai em direção a ele e injeta a injeção nele.

Ele demora um tempo,"vamos, vamos" diz a Ana, ela bete no peito dele,"VAMOS" grita a Ana, ele acorda de repente, ele olha para trás e nada acontece, "estamos a salvos" disse o Alan, a criatura nunca mais foi atrás deles, nunca souberam a origem da criatura, e nunca souberam o motivo de nunca olhar para trás, mas eles continuam vivendo a vida, normalmente, seguindo o seguinte conselho"nunca olha para trás, assim você poder ar, continuar a sua vida".

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sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Não olhe para trás parte:05

Os dois estavam indo e pararam bem em frente a biblioteca, se lembraram do que aconteceu lá a pouco tempo, "será que ele ainda esta ai" disse o Alan, "ele sempre estará atrás de nós não importa para onde vamos, acho que tudo já deve estar normal" disse a Ana, apesar de saber da situação os dois ainda estavam com medo de entrar, como se ele estiver-sem esperando por ele lar, com a mão tremendo, ela segura a maçaneta,"tudo vai fica bem" disse Alan.

Os dois entraram na biblioteca, eles estavam completamente retos, se moviam sincronizadamente,"não entendo por que só agora ele esta no atacando, por que espera tanto?" disse o Alan,"talvez ele esteja esperando nós chegamos a maioridade" disse Ana,"que jeito que ele tem para comemorar isso!" disse Alan, "você tem razão ele podia nos entregar presentes antes!" disse Ana, ela deu um sorriso,"finalmente você deu um sorriso" disse Alan.

Ela ficou encabulada, "por que disse isso?" disse Ana, "é uma coisa que esta me fazendo fica calmo nesse inferno pelo que estamos passando" disse o Alan, os dois estavam passando pelos destroços da biblioteca, "bem ainda bem que nós já vimos o tal livro" disse o Alan, a Ana olha toda a destruição e livros espalhados,"tem razão com essa bagunça não iriamos encontrar nenhum livro, será que havia outro livro que deveríamos achar?" disse Ana.

Eles ficavam olhando toda a biblioteca, "espero que não" disse o Alan, houve uma explosão atrás deles, espalhando pedaços de madeira por todo canto, eles conseguiram evitar olhar para trás, "maldito por que não nos deixa em paz um segundo" disse o Alan, a Ana abraça o Alan, "se acalme vamos encontrar um modo de sair dessa situação vivo" disse a Ana, eles ouvem atrás deles objetos se movendo, "lembram-se que temos que ser fortes e não olhar para trás" disse Ana.

Um faxineiro, que não tinha cabelo grande, era moreno com fios de cabelos brancos, não tinha barba, usava roupa de faxineiro, ver o Alan e a Ana se movendo muito reto, como se tiver-se um medo de não olhar para trás ele chega perto deles,"precisa de ajuda" disse o faxineiro,"se você puder nos salvar de uma sombra maligna que nos impede de olhar para trás sim" disse Ana, "então eu sou o cara certo eu sou um dos sobreviventes" disse o faxineiro.

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sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Não olhe para trás parte:04


Pedaços de vidro estavam indo na direção deles, quando o um vidro fez um corte no braço de Alan eles perceberam o que estava acontecendo, todos eles começaram a correr, e também algumas pessoas que estavam em volta, alguns dos vidros atingirão as pernas de algumas pessoas, algumas o vidro acertava o olho, a Ana estava curiosa se os vidros ainda estavam vindo, mas ela estava resistindo, e não olhou para trás nenhuma vez, ele entram numa lan-house.

Os dois vão se virando, e virão que os vidros não estavam mais seguindo na direção deles, a Ana saiu do local, o Alan hesitou um pouco, depois foi atrás dela, "temos que encontrar um local seguro" disse o Alan todo preocupado com a situação,"você não entende só basta nós olharmos para trás apenas uma vez, e já vai ser o suficiente" disse a Ana, uma pessoa estava correndo, ele caiu no chão, ele olhou para trás, os olhos deles começou a sangrar.

O Alan e a Ana fecharam os olhos, mas isso não adiantava muito porque ainda conseguia ouvir os gritos dele, eles dois estavam muito apavorados com que estava acontecendo, os dois se viraram e continuaram andando, com um pesar enorme em cada paço,"por que a gente não fez nada" disse Ana, "porque não tinha nada que a gente poder-se fazer, não sabermos uma maneira de deter-lo, e se isso acontece a muito tempo alguém já teria achado até agora" disse Alan.

A Ana fica pensando e muito sobre a situação, "mas se alguém contar sobre isso não é uma coisa que as pessoas vão acreditar, normalmente colaria ele num sanatório" disse a Ana,"existe um outro jeito, de conta uma verdade dessas, mas sem a pessoa dizer que realmente aconteceu" disse o Alan,"como é esse jeito?" disse a Ana,"simples a pessoa faz um livro ou conto revelando tudo isso que esta acontecendo, dai a pessoa que estiver passando por isso sabe que é verdade, e se ele descobre uma nova informação, fica colocando algo, na historia, una dica de como vencer ele, ainda com o mesmo esquema, a pessoa que nunca passou por isso pensa que a historia é de mentira, e dai por diante" disse o Alan.

Os dois começaram a andar, "bem nesse momento só tem uma pessoa que pode nos ajudar, a pessoa que escreveu aquele livro da biblioteca, espero que ele ainda esteja vivo, por que nesse momento, ele é a nossa unica esperança de sair vivos" disse Ana.

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sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Não olhe para trás parte:03

O Alan ficou muito feliz"espero que esteja escrito ai" diz o Alan olhando fixamente para o livro, a Ana ficava olhando o livro todo, nesse momento o Alan só se concentrava em olhar para frente, os dois escultam o barulho de duas cadeiras sendo jogadas,"MALDITO, esta tentando fazer com a gente olhe para trás" disse Alan.

A Ana segura a mão de Alan,"muito cuidado, é assim que ele te pega, ele comete sustos, ele mexe com os nossos instintos, o principal dele, é quando olhamos para trás para saber se á algum perigo próximo, não vai ser fácil, nós temos que conseguir, eu não quero morrer" diz a Ana, enquanto ela falava o Alan ficava olhando para ela.
Ela fica olhando o livro"não entendo" diz a Ana, "o que foi?" perguntou o Alan,"o livro esta dizendo, que existem jeitos de morrer, sem que isso cause um efeito permanente, saiba como morrer e também como voltar, no momento em que você morrer essa criatura não vai mas atrás de você" diz a Ana, "é muito confuso o que ele diz" disse Alan.
Quando o Alan ver o espelho, ver milhares de sombras, atrás deles,"eu tenho que parar de olhar para o espelho" disse o Alan, " o que você disse?" perguntou a Ana, ela ver o espelho e se assusta,"ele vai nos matar" disse o Alan, "não se preocupe, é só não olharmos para trás, por que raios uma criatura sobrenatural se importa em fazer esse tipo de joguinho?" disse Alan.

A Ana segura a mão de Alan com força, ela beija ele na boca, "ual tão de repente" disse o Alan feliz, "eu não queria morrer sem beijar na boca de alguém" disse Ana, os dois se levantam, os dois sentem que estão sendo puxados para trás, "vamos sair daqui?"disse o Alan, "concordo" disse Ana" os dois saíram da biblioteca, "bem eu fico feliz pelo menos respeitar essa regra de só pode matar se olhar para trás, pior seria se ele não tiver-se ele ele não tiver-se regra nenhuma" disse a Ana.

Eles escultam o som de cadeiras sendo quebradas, e vidros da biblioteca, "isso não vai adiantar" disse o Alan, ele vêem uma estaca de madeira, indo na direção de uma garota, atravessando o peito dela, Ana e Alan ficaram muito assustados.
Ficaram vendo e chorando pelo o que aconteceu, "o que aconteceu dele só matar as pessoas que só olham para trás" disse o Alan, "talvez só com a gente ele esteja por essas regras, mas com as pessoas que não são escolhidas por eles, ele mata de qualquer jeito" disse a Ana.

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quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Não olhe para trás parte:02

Ana estava se virando o corpo todo para frente, "eu também tenho que andar assim?" perguntou Alan quase rindo da situação,"se você quer se arriscar em olha para trás e ser morto por ele, pode ser, mas isso eu não vou me arriscar" disse ela com raiva, "ok, vamos na biblioteca" disse Alan.
Eles estavam na biblioteca"eu tenho que pergunta, por que você acha que tem um livro na biblioteca, falando sobre essa sombra" disse Alan,"aquele garoto que eu te falei, disse que viu todas essas informações de um livro, isso só pode significar que á um jeito de sobreviver" disse Ana, "ok, mas não entendo por que colocaria isso na biblioteca da escola" disse Alan,"não é obvio, se tudo isso começa aos 18 e a maioria que faz 18 esta na escola, a biblioteca é o lugar de fácil acesso" disse Ana.
Ele estava olhando os livros, depois se afastou um pouco e ficou olhando para a bunda da Ana,"achei" disse Ana,ela pega o livro, eles vão para uma mesa com todo cuidado para não olhar para trás,"qual é o nome do livro?" perguntou Alan,"não olhe para trás" disse Ana, os dois estavam sentados ela estava lendo, "eu não entendo ele poderia ter nos matado quando criança, mas por que agora, ele decidiu nos matar, isso não faz o menor sentindo" disse Alan.
Ana vira o corpo em direção á ele,"é para descobrir essas resposta que pegamos o livro" disse Ana, "você consegue termina rápido esse livro eu não quero ter que fica me preocupando se eu devo olhar para trás ou não" disse Alan, "me diga você viu a tal sombra quando criança?" disse ana,"eu já tinha dito que sim" disse Alan,"então você não deve olhar para trás, a não ser que você não tenha nenhum desejo de viver nesse caso pode olha para qualquer direção" disse Ana.
O Alan olha para frente" isso é ridículo" disse alan, ele olha para um espelho e a criatura das sombras estava bem atrás deles,"me diga olha para o espelho conta como olhar para trás?" perguntou Alan apavorado, "bem no nosso caso não" disse Ana, "por que eu estou vendo esse desgraçado atrás de nós no espelho da frente" disse Alan, ela olha para o espelho, e toma um susto,"você tem certeza total sobre o negocio de não olhar para trás não é?" perguntou Alan,"sim" afirmou Ana.
O Alan ficou olhando para mesa"ele vai nos matar" disse Alan, ele ver um garoto que andava que tem a ana, ele ouve um barulho atrás dele, ele vacila e olha para trás por um segundo, a sombra pega a perna do garoto e sai arrastando e tira ele da biblioteca"oh meu deus" disse Alan, a Ana estava olhando o livro mas estava apavorada, estava com os olhos lacrimejando, ela limpava os olhos com a mão, o Alan abraça ela como um gesto de tenta acalmar a amiga.
Ela estava olhando o livro o mais rápido que podia,"descobri algo" disse Ana, ele se aproxima dela,"o que você descobriu?" disse Alan,"que ele escolhe 20 jovens que nasceram no mesmo ano, depois que esses garotos completarem a maturidade, a sombra vai atrás deles para marta-los, quando ele os mata pega a alma deles, fazendo-o se tornar mais forte, depois que ele mata os 20 jovens e descansa por 20 anos, para depois voltar a matar novamente" disse Ana.
O Alan passa a mão no rosto, " isso quer dizer que não tem uma maneira de marta-lo, ele estar agindo por muito tempo não podemos ser os únicos que querem mata-lo, se houver-se um meio com certeza já teriam descoberto" disse Alan,"você não entende não é?"perguntou Ana, "o que eu não entendo?" disse Alan,"este livro foi escrito por um sobrevivente"disse Ana, ela mostra uma coisa escrita na contra capa do livro"não se desespere existe um meio".

continua....

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quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Não olhe para trás parte:01


Quando o pequeno,o Alan Silva costumava ver uma pequena sombra, estava sempre perseguindo ele, uma vez uma pessoa quase atropelou ele de bicicleta, "sai do meio muleke" falou a pessoa quase empurrando o pequeno Alan do caminho, no dia seguinte o cara da bicicleta aparece mutilado e uma arvore.
Quando a mãe do Alan viu isso ficou completamente apavorada, tapando o rosto de Alan para não ver essa cena horrível, ele tinha ficado feliz por isso ter acontecido, pelo jeito como o cara da bicicleta havia tratado ele antes, "não olhe filho" disse a mãe, ele abraça a mãe escondendo um sorriso.
Ele ver enquanto estava abraçando a mãe uma sombra que estava escondida na arvore, "mãe quem é aquele que está seguindo a gente?" disso o garoto curioso, a mãe imediatamente se vira, e não ver ninguém"não estou vendo ninguém" disse a mãe,"eu vi ele quando eu estava em casa" disse o garoto, a mãe pensou que se tratava de um caso de amigo imaginário.
Em casa ele ficava olhando pela janela"pare com de fica olhando o lado de fora se você quiser sair pode sair" disse a mãe,"estou com medo, tem alguma coisa lá fora" disse o garotinho, a mãe discutiu com ele dizendo que não tinha nada lá fora, o Alan estava andando o carteiro esbarrou sem querer nele" me desculpe garoto" disse o carteiro, Alan aceitou as desculpas.
No dia seguinte quando o Alan estava voltando da escola ele ver o carteiro dividido no meio, isto apavorou ele e muito, vomitou no chão, ficou olhando em volta para ver se via a criatura"POR QUE ELE" gritou o garoto, ele estava em lágrimas, ele foi correndo aos prantos para a casa, e ficou chorando, a mãe perguntou o que aconteceu, o garoto falou o que tinha visto.
Ele mal teve coragem de sair de casa depois, em quanto ele ia crescendo de vez em quando isso acontecia de alguém parecer morto, até que ele chega aos 18 anos, ele via uma garoto de cabelos loiros e olhos azuis, andava reto, ela não olhava para os lados, quando olhava para alguém girava o corpo, ele já tinha visto ela antes mas só agora ela estava fazendo isso.
Ele curioso pergunta para ela"por que você esta agindo assim, toda reta" disse ele,"vai parecer loucura, que vou falar, mas quando criança sempre notei uma sombra perseguindo, uma sombra completamente assustadora"ela nota que quando fala da sombra, os olhos de Alan regala, "você também ver a sombra sinistra" disse a garota,"eu pensei que eu erá o único" disse o Alan.
Ela bota a mão no ombro dele e diz"eu me encontrei com um outro garoto que também via a sombra, ele erá de um grupo que também via a sombra, ele me disse uma coisa muito importante, ele me disse para nós nunca olharmos para trás, por que no momento que fazermos isso essa sombra vai e nos marta" disse a garota, "isso é impossível, nós temos que olhar para trás uma vez na vida" disse o garoto,"é por isso que nenhum escolhido, sobreviveu até hoje" disse a garota.
Ele fica confuso e diz"quantos escolhidos são no total?"disse o Alan,"é isso que estou querendo saber, o garoto me disse onde eu posso achar informações sobre ele" disse a garota,"onde está ele para nos ajudar nisso?" questionou ele,"ontem ele vacilou e olhou para trás eu vi a sombra pegar ele, e matar ele, ainda estou muito apavorada com tudo isso.
Ela abraça ele chorando"tudo vai fica bem" disse ele tentando acalmar ela,"vamos" disse a garota,"me desculpe mas qual é o seu nome?" disse o Alan,"meu nome é Ana Teixeira" disse ela, ele disse o nome dele, os dois estavam andando em direção a escola, o Alan estava aterrorizado ficava na duvida, será que a sombra está atrás deles.

continua....


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